Com Merenda Nota 10, Prefeitura de Anápolis mostra que alimentação de qualidade é base para aprendizagem

Garantir merenda de excelência é uma política estratégica para fortalecer o aprendizado, promover dignidade e assegurar condições reais para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes da rede municipal

(Foto: Paulo de Tarso / Prefeitura de Anápolis)

Com o retorno das aulas na rede municipal de ensino, a Prefeitura de Anápolis segue uma diretriz central da gestão do prefeito Márcio Corrêa: criança com fome não aprende. Criado para garantir refeições de qualidade, nutritivas e adequadas à faixa etária dos alunos, o programa Merenda Nota 10 tem impactado positivamente a rotina escolar, com crianças satisfeitas com a qualidade dos alimentos oferecidos nas unidades de ensino.

A iniciativa vai além do cuidado alimentar. Garantir merenda de excelência é uma política estratégica para fortalecer o aprendizado, promover dignidade e assegurar condições reais para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes da rede municipal.

A composição nutricional da merenda escolar segue rigorosamente as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE/FNDE), com cardápios definidos conforme a faixa etária dos alunos, da creche ao ensino fundamental. Na quinta-feira (12), por exemplo, iogurte natural com mamão (desjejum), arroz, feijão, farofa de fígado e abobrinha (almoço), banana com leite em pó (lanche) e arroz carreteiro com salada (jantar), fazem parte do cardápio da rede.

As refeições são planejadas por nutricionistas da Gerência de Alimentação Escolar, que asseguram o atendimento ao percentual mínimo das necessidades nutricionais diárias, com equilíbrio entre macro e micronutrientes, variedade alimentar, prioridade para alimentos in natura e minimamente processados e adequações para alunos com necessidades alimentares especiais.

Para o prefeito Márcio Corrêa, investir em alimentação escolar é investir diretamente no futuro da cidade.

“Criança com fome não consegue aprender. Nosso compromisso é garantir que cada aluno tenha acesso a uma merenda de extrema qualidade, porque educação começa pelo cuidado básico”, afirmou.

A nutricionista Naiana Borges, servidora do município, explica que a alimentação escolar deve ser compreendida como uma política pública que integra o processo pedagógico.

“A alimentação escolar reconhece que o aprendizado vai além do aspecto biológico. A oferta regular e contínua de alimentos sustenta os processos cognitivos ao fornecer energia, nutrientes e estabilidade emocional, criando condições reais para a aprendizagem e o desenvolvimento integral do estudante”, destaca.

Segundo ela, crianças em situação de fome apresentam prejuízos na concentração, memória e estruturação neurológica, além de sintomas como sonolência, irritabilidade, enxaqueca, visão turva e tontura.

“A oferta de energia, proteína, ferro e cálcio por meio da merenda escolar garante condições mínimas para o crescimento e o desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de contribuir para a permanência dos alunos na escola e a redução da evasão escolar”, completa.

Na prática, os efeitos do Merenda Nota 10 já são percebidos nas unidades escolares. Para a diretora Rosilda Alves, da Escola Municipal Inácio Sardinha de Lisboa, a melhoria na alimentação tem refletido diretamente no comportamento e no desenvolvimento dos alunos.

“A alimentação está excelente. Hoje temos depósitos cheios, com variedade de alimentos e sem falta de nenhum item. A aceitação das crianças ao cardápio é muito positiva, e é gratificante acompanhar a evolução dos alunos após a implantação do programa”, ressalta.

Além do impacto direto na aprendizagem, o Merenda Nota 10 também cumpre um papel social relevante ao fortalecer ações de educação nutricional, valorizar a agricultura familiar e contribuir para a redução da insegurança alimentar, especialmente entre famílias em situação de vulnerabilidade social.

Com o programa, a Prefeitura de Anápolis reafirma que educação de qualidade começa pelo básico: alimentação adequada, cuidado com as crianças e políticas públicas que colocam o aluno no centro das decisões.

Compartilhar publicação