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26/09/2011 12h27 - Atualizado em 26/09/2011 12h35

Objetivos do Milênio

8 Jeitos de Mudar o Mundo

Até o ano de 2015 todos os 191 Estados-Membros das Nações Unidas assumiram compromissos de erradicar a extrema pobreza e a fome, atingir o ensino básico universal, promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres, reduzir a mortalidade na infância, melhorar a saúde materna, combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças, garantir a sustentabilidade ambiental, estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento. A Prefeitura de Anápolis desenvolve ações que vão ao encontro dos Objetivos do Milênio sempre visando ampliar a qualidade de vida do anapolino e contribuindo para atingir as metas do projeto.

 

Os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Erradicar a extrema pobreza e a fome

O objetivo global de até 21% de pobreza é um dos mais propensos a ser ultrapassado. Até 2015, segundo estimativas do Banco Mundial, a taxa global de pobreza (renda) é projetada ao redor de 15%, ligeiramente acima dos 14,1% previstos antes da crise financeira mundial, mas ainda superando as metas graças a ganhos acumulados no passado. De acordo com o Banco Mundial, a crise teria levado um adicional de 64 milhões para o grupo dos extremamente pobres ao final de 2010. Como resultado disso, estima-se que 53 milhões a menos de pessoas terão escapado da pobreza até 2015.

 

Atingir o ensino básico universal

Houve progressos no aumento do número de crianças frequentando as escolas nos países em desenvolvimento. Em mais de 60 países em desenvolvimento, mais de 90% das crianças estão matriculadas em escolas. O número de crianças fora da escola caiu de 115 milhões em 2001 para 72 milhões em 2007, mesmo com o crescimento da população mundial. Em 2007, os países em desenvolvimento atingiram uma taxa de 86% de crianças completando o ensino básico – 93% para os países de renda média, mas apenas 65% para os mais pobres. Nos países da Africa Subsaariana 41 milhões de crianças ainda estão fora da escola. No sul asiático, elas somam 31,5 milhões, o que ainda representa um grande desafio em termos de acesso universal ao ensino básico.

 

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

A desigualdade de gênero começa cedo e deixa as mulheres em desvantagem para o resto da vida. Estudos recentes comprovam que o empoderamento das mulheres é importante não apenas para o cumprimento do Objetivo 3, mas para vários outros objetivos, em especial os ligados a pobreza, fome, saúde e educação. Graças ao aumento significativo no índice de matrículas de meninas no ensino básico, muitos países estão conseguindo alcançar igualdade de gênero nas escolas. Até 2005, cerca de dois terços dos países em desenvolvimento tinham alcançado a paridade de gênero no ensino básico. A expectativa é de que esse objetivo seja alcançado globalmente em 2015 tanto para o ensino básico quanto para o fundamental. Os grandes obstáculos ainda estão concentrados, em sua maioria, nos países da África Subsaariana.

 

Reduzir a mortalidade na infância

As projeções para os ODM ligados à saúde são as piores no grupo de metas estabelecidas até 2015. O cenário para redução da mortalidade infantil infelizmente faz parte deste conjunto. A taxa global de mortalidade de bebês e crianças até cinco anos caiu de 101 óbitos por mil nascimentos em 1990 para 74 em 2007. Progresso notável, mas insuficiente para que o Objetivo 4 seja alcançado com redução dessas mortes em dois terços. A tendência para o período 2009-2015 aponta para 1,2 milhão de mortes adicionais de crianças dessa faixa etária.

 

Melhorar a saúde materna

A mortalidade materna continua inaceitavelmente elevada em muitos dos países em desenvolvimento. Em 2005, mais de meio milhão de mulheres morreram durante a gravidez, o nascimento ou nas seis primeiras semanas após o parto. Cerca de 99% dessas mortes ocorreram em países em desenvolvimento, com da África Subsaariana e do sudeste da Ásia, respondendo por 86% deste total. Na África Subsaariana, o risco de uma mulher morrer ao longo de sua vida por causa de uma doença tratável ou de complicações evitáveis durante a gravidez e o trabalho de parto é de 1 em 22, enquanto em regiões desenvolvidas este risco é de 1 em cada 7.300.

 

Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças

Todos os dias, 7,5 mil pessoas são infectadas pelo vírus HIV e 5,5 mil morrem em conseqüência da AIDS - a maioria por falta de prevenção e tratamento. O número de novas infeccções vem diminuindo, mas o número de pessoas que vivem com a doença continua a aumentar junto com o aumento da população mundial e da maior expectativa de vida dos soropositivos. Houve avanços importantes e o monitoramento progrediu. Mesmo assim, só 28% do número estimado de pessoas que necessitam de tratamento o recebem. A malária mata um milhão de pessoas por ano, principalmente na África. Dois milhões morrem de tuberculose por ano em todo o mundo.

 

Garantir a sustentabilidade ambiental

A proporção de áreas protegidas em todo o mundo tem aumentado sistematicamente. A soma das áreas protegidas na terra e no mar já é de 20 milhões de km² (dados de 2006). A meta de reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável deve ser cumprida, mas a de melhorar condições em favelas e bairros pobres está progredindo lentamente. Entre 1990 e 2006, mais de 1,6 bilhão de pessoas ganharam acesso a água potável, aumentando de 76% para 86% a proporção da população com esse acesso. São 76 os países que estão no caminho para o cumprimento dessa meta, mas 23 estão estagnados e 5 apresentaram regressão de acordo com dados mais recentes do Banco Mundial.

 

Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento

Apesar dos desembolsos dos países da OCDE em assistência ao desenvolvimento terem crescido 0,7% em termos reais de 2008 para 2009 e atingido US$ 119,6 bilhões, eles vieram abaixo dos compromissos previamente assumidos, especialmente com os países da África Subsaariana. Descontado o perdão das dívidas, a assistência estrangeira ao desenvolvimento cresceu 6,8% em termos reais. No comércio global, além dos impactos da crise financeira mundial, um dos maiores obstáculos tem sido o fracasso das nações em concluir as negociações da Rodada de Doha.

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