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31/10/2017 15h09 - Atualizado em 06/11/2017 11h57

Procon faz pesquisa de preços em floriculturas para o Dia de Finados

Variação de uma mesmo produto entre um estabelecimento e outro pode chegar a 233,33%

A Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor – Procon Anápolis, realizou pesquisa, no dia 26 de outubro de 2017, comparativa de preços de 20 tipos de produtos relacionados ao Dia de Finados. São flores, vasos e coroas que são amplamente adquiridos nesta época como homenagem aos entes queridos.
 
A pesquisa comparativa realizada pelo Departamento de Fiscalização do Procon Anápolis tem como objetivo oferecer uma referência de preço ao consumidor por meio dos valores médios obtidos dentro da amostra pesquisada. Foram visitados nove estabelecimentos comerciais distribuídos por várias regiões da cidade. E a diferença de preço é significativa. Uma coroa de flores grande, por exemplo, pode ser encontrada por R$ 500 num estabelecimento e R$ 150 em outro, com variação que chega a 233,33%. Confira os locais pesquisados e o resultado aqui.
 
Com base na diversidade de política de preços adotada individualmente pelos diversos estabelecimentos, e para que fosse possível efetuar um comparativo, foi feita a coleta de preços pelos técnicos do órgão in loco, com acompanhamento de um responsável pelo estabelecimento atestando por meio de assinatura a veracidade das informações prestadas.
 
As variações e os preços constatados referem-se ao dia em que foi realizado o levantamento, portanto, os valores atuais podem ser diferentes. Os preços praticados pelo mercado estão sujeitos a alteração conforme a data da compra, inclusive, por ocasião de descontos especiais, ofertas e promoções.
 
A equipe do Procon recomenda que o consumidor não deixe de pesquisar os preços e a qualidade dos produtos comercializados em épocas comemorativas, pois a variação é muito grande de um estabelecimento para outro. Para o órgão, essas pesquisas são um bom instrumento de compra para o consumidor.
 
Saiba seus direitos
Na hora da compra, o consumidor deve estar atento aos produtos em exposição. Todos os itens devem apresentar os preços de forma clara e ostensiva. Se existe a opção de parcelamento, a mercadoria deve conter os dois preços: o total à vista e o valor final parcelado com juros. O lojista deve informar também quais são os juros praticados, número e periodicidade das prestações, no caso de pagamento a prazo.
 
O comerciante não pode estabelecer valor mínimo para a utilização de cartão de crédito ou débito.
 
A aceitação de cheques é uma liberalidade dos estabelecimentos. Porém, a partir do momento em que o cheque é aceito, o lojista não pode fazer restrições como, por exemplo, não aceitar cheques de contas recentes. Vale lembrar que as lojas não são obrigadas a receber cheques de terceiros, de outras praças ou administrativos.
 
Nas compras feitas fora do estabelecimento comercial (por telefone, em domicílio, telemarketing, catálogos, internet, etc.) exija o comprovante da data de entrega que foi combinado. O prazo de desistência da compra, nesses casos, é de sete dias da assinatura do contrato ou do recebimento do produto. Para maior segurança, o consumidor deve efetuar o cancelamento por escrito.
 
No ato da entrega, o consumidor só deverá assinar o documento de recebimento do produto, após examinar o estado da mercadoria. Havendo irregularidades, os problemas devem ser relacionados no próprio documento, justificando o não recebimento.
 
Seja qual for a escolha, a nota fiscal deve ser exigida. Trata-se de um documento importante no caso de eventual utilização da garantia. Para efetuar reclamação de vícios aparentes e de fácil constatação, o prazo para produtos não duráveis é de 30 dias e para produtos duráveis é de 90 dias.