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25/11/2019 18h26 - Atualizado em 25/11/2019 18h32

Educação no enfrentamento da violência contra a mulher

Projeto capacitará professores para a abordagem do assunto em sala de aula

Foi realizada nesta segunda-feira, 25, no Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a abertura da XV Semana da Justiça Pela Paz em Casa e o lançamento do projeto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Educação e Justiça: Lei Maria da Penha nas Escolas. O evento, organizado pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, ocorreu no auditório do Fórum de Anápolis. Estiveram presentes o prefeito Roberto Naves, a primeira-dama, Vivian Albernaz, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Walter Carlos Lemes, os titulares do juizado de Rio Verde, Juiz Vitor Umbelino Soares Junior, e de Anápolis, Juiz Ricardo Silveira Dourado, além da presidente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis.

O projeto Lei Maria da Penha nas Escolas tem a parceria da Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, e atuará com o objetivo de capacitar os professores e coordenadores para a abordagem e conscientização dos alunos em sala de aula, já que a escola é parte fundamental no processo para a construção de uma cultura preventiva e não violenta. A gestora da Escola Municipal Rosevir Ribeiro de Paiva, Ana Alice dos Santos Melo e Silva, ressaltou a importância de um projeto como esse. "O principal é informar os alunos sobre a importância de se combater a violência doméstica, para que tenhamos uma sociedade cada vez mais evoluída, onde as mulheres e crianças não tenham mais que conviver com essa realidade dentro de casa", disse.

O prefeito Roberto Naves agradeceu os servidores por colocarem o município de Anápolis como referência no combate à violência contra a mulher. "É importante que esse tipo de informação esteja presente no dia a dia das nossas unidades escolares. Isso aumenta ainda mais a conscientização e a rede de proteção das mulheres brasileiras", frisou.