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Símbolos


 

Hino oficial da cidade de Anápolis

Anápolis de lutas e valores
Edificada sob as mãos da padroeira
Cidade sonhos dos teus filhos
Mensageira de paz e encanto
De acalanto e flores.

Quem te ilumina em manhãs douradas
Sorri febril derrama luzes nas calçadas
E te acompanha neste afã de progredir
É o mesmo sol que esplende céu afora
A prometer um só porvir de suma aurora.

Quem te gorjeia levemente
Aos ouvidos velhas canções
De quem passou e continua
É o passado a compor versos comovido
E a ostentar teus monumentos pelas ruas!

Anápolis, Anápolis poema de bravura
Que escreveram nossos pais, nossos avós
Alma gigante que se alastra em terra pura
Canção de amor que a gente canta em plena voz.

Anápolis, Anápolis poema de bravura
Que escreveram nossos pais, nossos avós
Alma gigante que se alastra em terra pura
Canção de amor que a gente canta em plena voz.

Autores: Orestes Farinello & Hemogênia Eleutério de Oliveira

Bandeira do Município

 
 
 
 

Brasão oficial

 

 

Lei nº 59 de 31 de janeiro de 1967 (já transita atrás), instituindo o Brasão Municipal da Cidade de Anápolis.

Escudo samnítico, encimado pela coroa mural de oito torres, de prata. Em campo de blau, firmado em chefe, uma estrela de cinco pontas, de prata, em abismo do escudo uma escudete de prata carregado de um fuso matriarcal de sable; cortando o campo, uma faixa estreita e ondeada de prata; em contra-cheque, alinhados em faixa, à destra, um arado manual, ao centro uma roda e a sinistra um capacete de Mercúrio. Tudo em couro. Como suportes, à destra um ramo de café frutificado ao natural e sinistra uma haste de arroz, entrecruzados em ponta, sobre o quais se sobrepõe um listel de blau, contendo em letras de prata o topônimo Anápolis ladeado milésimo e data "31 - 7 - 1907."


Simbologia

O escudo samnítico, usado para representar o Brasão de Anápolis, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal, por influência francesa, evocando aqui raça latina colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira.

A coroa mural que sobrepõe é o símbolo heráltico que identifica o brasão de domínio a que, sendo de prata de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectivas no desenho, classifica a cidade que representa na Segunda Grandeza, ou seja, sede de Comarca.

A cor do blau (azul) do campo do escudo é o azul celeste, símbolo heráldico da justiça, formosura, doçura, nobreza, recreação, perseverança, zelo e lealdade (segundo Ascêncio).

A estrela de cinco pontas, de prata, firmada em chefe (parte superior do escudo), é o símbolo da celebridade, segundo Ronchetti, reservado a Anápolis a glória de ser a primeira cidade em importância de todo o Estado de Goiás. Segundo Guelfi, a estrela é o guia seguro, aspirações a coisas superiores e a ações sublimes luminosos futuro auspiciado à própria descendência.

Em abismo (centro ou coração do escudo) o escudete de prata ostenta um fuso matriarcal de sable (preto), símbolo heráltico de Santana, padroeira da cidade, razão de ser do topônimo ANÁPOLIS (terra de Santana), e por isso figura no brasão no ponto mais nobre do escudo, que é o centro do coração.

O metal prata em que é representado o escudete, é símbolo heráldico de amizade, equidade, inocência e pureza (Guelfi).

A cor sable (preto) em que o fuso matriarcal é representado, simboliza a prudência, a sabedoria, ciência, firmeza, honestidade, moderação e simplicidade (Ascêcio).

A faixa ondada de prata representa no brasão o riacho das Antas, às margens do qual se ergue a cidade. Em contra-cheque (parte inferior do escudo), a panóplia representada pelo arado manual, a roda dentada e o capacete de mercúrio, símbolos da lavoura, indústria e comércio, respectivamente, lembram no brasão a liderança de Anápolis nessas atividades, fatores de intenso progresso da cidade.

Nos ornamentos exteriores, o café o arroz simbolizam os produtos oriundos da terra dadivosa e fértil.

No listel o topônimo indentificador ANÁPOLIS e a data de sua elevação à categoria de cidade "31 de julho de 1907".

Informações extraídas do livro "História de Anápolis" do autor Humberto Crispim Borges.