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Diretoria de Educação

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Diretora: Professora Ângela Isaac Dutra Elias
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EDUCAÇÃO INFANTIL


Gerente de Educação Infantil: Professora Suelene Fernandes
Assessoramento Pedagógico: Professora Elizette Silva S. Dias Campos

 

As crianças têm direito, antes de tudo, de viver experiências prazerosas nas Instituições considerando-se as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de zero a cinco anos, a qualidade das experiências oferecidas que podem contribuir para o exercício da cidadania devem estar embasadas nos seguintes princípios:

*    o respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas etc.;
*    o direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil;
*    o acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, à interação social, ao pensamento, à ética e à estética;
*    a socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie alguma;
*    o atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.

A estes princípios cabe acrescentar que as crianças têm direito, antes de tudo, de viver experiências prazerosas nas instituições.

As crianças possuem uma natureza singular, que as caracteriza como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio. Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximas e com o meio que as circunda, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e, por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos. No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem idéias e hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar. Nessa perspectiva as crianças constroem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim, fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação.

Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais. Embora os conhecimentos derivados da psicologia, antropologia, sociologia, medicina etc. possam ser de grande valia para desvelar o universo infantil apontando algumas características comuns de ser das crianças, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.

A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

*    desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
*    descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
*    estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
*    estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
*    observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;
*    brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
*    utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido,
*    expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
*    conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.



ENSINO FUNDAMENTAL

Gerente de Ensino: Maria Cristina Silva

Dentre as várias atividades exercidas pelo grupo podemos enumerar: elaboração, adaptação e acompanhamento da aplicação da Matriz Curricular Municipal, sugestões de atividades de acordo com a Matriz Curicular, Temas e Proposta Pedagógica em apostilas mensais (Anos Iniciais) e bimestrais (Anos Finais), Análise e Sugestões de encaminhamento quanto ao Desempenho Acadêmico e Diagnóstico de Escrita. Visitas Periódicas às Unidades Escolares para orientações específicas e de acordo com a realidade apresentada em cada Escola.



EQUIPE PEDAGÓGICA


Gerência de Ensino - Maria Cristina da Silva - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Anos Iniciais
1ºano – Assessora Pedagógica – Professora Arlene Isaac Dutra - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
2ºano – Assessora Pedagógica – Professora Lorena Lidiane Silveira - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
3ºano – Assessora Pedagógica – Professora Fernanda Aparecida Vitorino
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -
4ºano – Assessora Pedagógica- Professora Neila Duarte A. Borba Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
5ºano – Assessora Pedagógica – Professora  Fabiane Neres de Brito Moreira - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Anos Finais
Língua Portuguesa - Assessora Pedagógica – Professora  Marisa Gonçalves - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Matemática - Assessor Pedagógico – Professor Márcio Leite
Língua Inglesa - Assessora Pedagógica – Professora Flaviane Pires
Ciências - Assessor Pedagógico – Professor Gabriel Jerônimo
Geografia – Assessora Pedagógica – Professora Mª Amélia Silva Pontieri Melazo
História – Assessora Pedagógica – Professora Cleuza Maria dos Reis
Educação Física – Assessor Pedagógico – Professor Jairo Teixeira Junior
Ensino Religioso e Arte – Assessora Pedagógica – Professora Lanna Rocha Santana
De acordo a LDB 9394/96, a Educação Escolar divide-se em educação básica e educação superior.

O Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação Básica.
Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional diz: o Ensino Fundamental, com duração mínima de nove anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão. É obrigatório para todas as crianças na faixa etária entre 6 e 14 anos e jornada escolar anual de 800 horas-aula, distribuídas em 200 dias letivos.
A meta de cada escola de ensino fundamental é fornecer ao aluno acesso à base comum nacional e à parte diversificada, o que inclui as características regionais da sociedade, da cultura, da economia e do cotidiano do aluno.
O Ensino Fundamental terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I- o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos, o pleno domínio da leitura e do cálculo;
II- a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III- o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV- o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

1º ao 5º Ano
É fundamental um referencial para o ensino e aprendizado dos conteúdos científicos e escolares de acordo com cada nível de ensino. É preciso ressaltar, que nesta fase a importância do estudo por comparação, visto que os alunos ainda estão num estágio operatório-concreto. Eles precisam ter os objetos, através de suas imagens, sempre presente na mente para poder pensar sobre eles. Esse é o período em que é absolutamente necessária uma constante busca das experiências vividas pelos alunos em cada conteúdo analisado. O próprio conteúdo adquire significado para as crianças à medida que se liga com as suas concepções prévias ou espontâneas. O conteúdo precisa estar intimamente relacionado às experiências do aluno.

6º ao 9º Ano
Para que se efetive um trabalho no qual professores e alunos tenham autonomia, possam pensar e refletir sobre o seu próprio processo de construção de conhecimentos e tenham acesso a novas informações deve-se observar questões fundamentais e específicas desta fase em que os alunos passam gradativamente do estágio operatório-concreto para o pensamento formal. Com isso cabe aos professores propiciar questões, atividades, etc. Em que os agentes do processo ensino-aprendizagem possam: dialogar, duvidar, discutir, questionar, compartilhar informações, e que se haja espaço para transformações, para as diferenças, para o erro, para as contradições, para a colaboração mútua e para a criatividade. A qualidade do trabalho pedagógico está associada à capacidade de promoção de avanços no desenvolvimento do aluno, destacando-se a importância do papel do professor no processo ensino-aprendizagem, assim como a relevância da proposta pedagógica adotada pela escola.
Com isso é importante que tenha em conta que, qualquer que seja o conteúdo, ele nunca é um fim em si mesmo, e, sim, apenas um pretexto para se aprender a pensar e questionar o próprio conhecimento, para se compreender que aprender não é reproduzir verdades alheias, mas sim, aprender a olhar para o mundo colhendo dados, interpretando-os, transformando-os e tirando conclusões.
Só assim é possível formar cidadãos críticos, competitivos e capacitados o bastante para serem agentes transformadores de sua própria vida e da realidade que os cerca.

 

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Responsáveis: Professora  Elane José de Souza  e equipe


Suporte legal da Educação de Jovens e Adultos

A LDBEN n.º 9.394/96 prevê que a Educação de Jovens e Adultos se destina àqueles que não tiveram acesso (ou não deram continuidade) aos estudos no Ensino Fundamental e Médio  e deve ser oferecida em sistemas gratuitos de ensino, com oportunidades educacionais apropriadas, considerando as características, interesses, condições de vida e de trabalho do cidadão.
A resolução CNE/CEB n.º 1/2000, por sua vez, institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Essas diretrizes são obrigatórias tanto na oferta quanto na estrutura dos componentes curriculares de Ensino Fundamental e Médio de cursos desenvolvidos em instituições próprias, integrantes da organização da educação nacional, à luz do caráter peculiar dessa modalidade de educação.
Nas Escolas Municipais de Anápolis as normas seguidas estão na Resolução CME Nº.020, de 26 de Junho de 2007.
As diretrizes destacam que a EJA, como modalidade da educação básica, deve considerar o perfil dos alunos e sua faixa etária ao propor um modelo pedagógico, de modo a assegurar:

• eqüidade: distribuição específica dos componentes curriculares, a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades em face do direito à educação;

• diferença: identificação e reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada um e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores.

Funções da Educação de Jovens e Adultos


Ainda segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a EJA, essa modalidade deve desempenhar três funções:

Função reparadora: não se refere apenas à entrada dos jovens e adultos no âmbito dos direitos civis, pela restauração de um direito a eles negado – o direito a uma escola de qualidade – mas também ao reconhecimento da igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano de ter acesso a um bem real, social e simbolicamente importante. Mas não se pode confundir a noção de reparação com a de suprimento. Para tanto, é indispensável um modelo educacional que crie situações pedagógicas satisfatórias para atender às necessidades de aprendizagem específicas de alunos jovens e adultos.
Função equalizadora: relaciona-se à igualdade de oportunidades, que possibilite oferecer aos indivíduos novas inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e nos canais de participação. A eqüidade é a forma pela qual os bens sociais são distribuídos tendo em vista maior igualdade, dentro de situações específicas. Nessa linha, a EJA representa uma possibilidade de efetivar um caminho de desenvolvimento a todas as pessoas, de todas as idades, permitindo que jovens e adultos atualizem seus conhecimentos, mostrem habilidades, troquem experiências e tenham acesso a novas formas de trabalho e cultura.
Função qualificadora: refere-se à educação permanente, com base no caráter incompleto do ser humano, cujo potencial de desenvolvimento e de adequação pode se atualizar em quadros escolares ou não-escolares. Mais que uma função, é o próprio sentido da educação de jovens e adultos.
A Educação de Jovens e Adultos – EJA, enquanto modalidade educacional que atende a educandos-trabalhadores, tem como finalidade e objetivos o compromisso com a formação humana e com o acesso à cultura geral, de modo a que os educandos venham a participar política e produtivamente das relações sociais, com comportamento ético e compromisso político, através do desenvolvimento da autonomia intelectual e moral.
Tendo em vista este papel, a educação deve voltar-se para uma formação na qual os educandos-trabalhadores possam: aprender permanentemente, refletir criticamente; agir com responsabilidade individual e coletiva; participar do trabalho e da vida coletiva; comportar-se de forma solidária; acompanhar a dinamicidade das mudanças sociais; enfrentar problemas novos construindo soluções originais com agilidade e rapidez, a partir da utilização metodologicamente adequada de conhecimentos científicos, tecnológicos e sócio-históricos. (KUENZER, 2000, p. 40)

Sendo assim, para a concretização de uma prática administrativa e pedagógica verdadeiramente voltada à formação humana, é necessário que o processo ensino-aprendizagem, na Educação de Jovens e Adultos seja coerente com:

a)   o seu papel na socialização dos sujeitos, agregando elementos e valores que os levem à emancipação e à afirmação de sua identidade cultural;
b)   o exercício de uma cidadania democrática, reflexo de um processo cognitivo, crítico e emancipatório, com base em valores como respeito mútuo, solidariedade e justiça;

As relações entre cultura, conhecimento e currículo, oportunizam uma proposta pedagógica pensada e estabelecida a partir de reflexões sobre a diversidade cultural, tornando-a mais próxima da realidade e garantindo sua função socializadora – promotora do acesso ao conhecimento capaz de ampliar o universo cultural do educando – e, sua função antropológica - que considera e valoriza a produção humana ao longo da história.
A compreensão de que o educando da EJA relaciona-se com o mundo do trabalho e que através deste busca melhorar a sua qualidade de vida e ter acesso aos bens produzidos pelo homem, significa contemplar, na organização curricular, as reflexões sobre a função do trabalho na vida humana.
É inerente a organização pedagógico-curricular da EJA, a valorização dos diferentes tempos necessários à aprendizagem dos educandos de EJA, considerando os saberes adquiridos na informalidade das suas vivências e do mundo do trabalho, face à diversidade de suas características.


EDUCAÇÃO INCLUSIVA – CEMAD

Responsável: Professora Meire Leão e equipe



A Educação Inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada para garantir em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. Constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção dos Direitos Humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avançam em relação à idéia de equidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.
Nesta perspectiva, o Ministério da Educação - MEC e  Secretaria de Educação Especial – SEESP, desenvolvem programas, projetos e ações a fim de implementar no País a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, com o propósito de acompanhar os avanços do conhecimento e das lutas sociais, visando constituir políticas públicas que promovam  uma educação de qualidade para todos os alunos.
Dentre essas ações está o apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino para a oferta e garantia de Atendimento Educacional Especializado (AEE), complementar e suplementar a escolarização, de acordo com a resolução nº. 4 de 02 de outubro de 2009.
Para apoiar os sistemas de ensino, a Secretaria Municipal de Educação Ciência e Tecnologia - SEMECT, em parceria com MEC/SEESP desenvolvem as seguintes ações: o Programa de Formação Continuada de Professores na Educação Especial - presencialmente e a distância; Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais; Programa Escola Acessível (adequação de prédios escolares para a acessibilidade); Programa de Benefício Prestação Continuada (BPC) na Escola e Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, que forma gestores e educadores para o desenvolvimento de sistemas  educacionais inclusivos. Destacam-se ainda as ações de garantia de acessibilidade nos programas nacionais do livro adaptados,implementados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O CEMAD - Centro Municipal de Apoio ao Deficiente, vinculado à Secretaria Municipal de Educação Ciência e Tecnologia, acompanhando essa tendência mundial, oferece apoio ao processo de educação inclusiva. Constitui-se como referência para unidades escolares do município, no que se refere ao apoio técnico pedagógico especializado, psicológico, fonoaudiológico, social e psicomotricidade a alunos com deficiência, com dificuldade de aprendizagem acentuada e transtornos funcionais específicos da aprendizagem, desenvolvendo propostas de trabalho atendendo e valorizando a diversidade humana, as quais se pretendem dar continuidade em 2010:
*   oferecer aulas de Braille, Sorobã e Libras para os usuários e comunidade em geral;
*   realizar avaliação audiológica;
*   oferecer atendimento clinico individual e  grupal
*   oferecer Atendimento Educacional Especializado-AEE em Língua Portuguesa para pessoas com surdez;
*   oferecer atendimento de orientação e mobilidade às pessoas cegas;
*   oferecer atividades no laboratório de informática aos usuários;
*   realizar visitas nas unidades escolares pelas coordenadoras da educação inclusiva para orientação e acompanhamento do trabalho desenvolvido;
*   realizar junto ao Centro de Formação Continuada cursos específicos na área de inclusão para professores regentes e demais profissionais da educação;
*   realizar mensalmente reuniões com os professores de recursos e intérpretes para orientações e acompanhamentos das atividades desenvolvidas;
*   realizar oficinas pedagógicas com os professores regentes para auxiliá-los nas adequações das atividades pedagógicas, avaliação para que o aluno possa ter acesso ao currículo e ao ambiente escolar;
*   manter parceria com MEC/SEESP para capacitação dos profissionais da educação nas modalidades presencial e /ou distância;
*   manter parceria com empresas privadas para oferta de empregos aos deficientes.
*   Treinamento e acompanhamento do B.P.C na escola
*   Realizar visitas domiciliares, equipe escolar e triagens
*   Orientar quanto aos serviços sociais, saúde, benefícios e  programas.

 



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